A Justiça manteve a decisão que leva Jorge Antônio Almeida de Brito a júri popular pela morte da motociclista Karla Karoline Pereira Carvalho Neves, atropelada em novembro de 2024 no bairro CPA 2, em Cuiabá. A defesa tentou anular a decisão com um recurso de embargos de declaração, alegando omissões e contradições na sentença, mas teve o pedido negado pela juíza Helícia Vitti Lourenço, da 12ª Vara Criminal.
A magistrada afirmou que o tipo de recurso apresentado não permite rediscutir o mérito da decisão e considerou as alegações infundadas. A juíza também rebateu a acusação de “excesso de linguagem” na decisão anterior, explicando que os trechos citados foram extraídos da perícia, e não redigidos pelo juízo.
Jorge Antônio foi preso após atropelar e matar Karla Karoline enquanto dirigia bêbado, em alta velocidade e na contramão. Ele também causou ferimentos em quatro pessoas que estavam em um carro de aplicativo. O acidente ocorreu no dia 21 de novembro de 2024. Atualmente, ele responde em liberdade, mas será julgado pelo Tribunal do Júri em data ainda a ser definida.




