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Mais de 380 celulares roubados são encontrados em lojas de Cuiabá e Várzea Grande

Polícia prende dois empresários durante a 3ª fase da Operação Móbile, que combate a revenda ilegal de eletrônicos

🕒 Publicado em 05/06/2025 às 12:06

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), apreendeu 386 celulares de origem criminosa que estavam sendo comercializados em estabelecimentos comerciais de Cuiabá e Várzea Grande. A ação ocorreu nesta quarta-feira (4), durante a terceira fase da Operação Móbile, resultando na prisão em flagrante de dois empresários.

O principal objetivo da operação é combater o comércio irregular de aparelhos eletrônicos provenientes de furtos e roubos. Ao todo, foram cumpridos 29 mandados de busca e apreensão em lojas e residências nas duas cidades.

Na capital, os agentes realizaram buscas em pontos comerciais, incluindo uma loja localizada no Goiabeiras Shopping, além das residências dos proprietários. Nessa etapa, foram apreendidos 32 celulares com indícios de origem ilícita.

Em Várzea Grande, as diligências se concentraram em lojas e casas de empresários, sendo que cinco estabelecimentos funcionam no shopping popular local. Nessa região, a polícia encontrou 354 celulares irregulares e efetuou as duas prisões.

As investigações apontaram que os dispositivos eram vendidos sem qualquer documentação legal, como nota fiscal ou garantia, evidenciando a negligência dos comerciantes e configurando possível receptação. Em alguns casos, foram encontrados indícios de reincidência na revenda de produtos suspeitos, sugerindo a atuação de redes estruturadas nesse tipo de crime.

A Operação Móbile foi dividida em três fases estratégicas. A primeira etapa envolveu a entrega voluntária de aparelhos com registro de furto ou roubo por parte de usuários notificados. Na segunda fase, os policiais realizaram buscas para apreender os celulares com quem ignorou os chamados. Já a terceira e atual fase mirou diretamente nos pontos de revenda, com base nas informações obtidas anteriormente.

A Polícia Civil reforça que operações como essa têm o objetivo de enfraquecer o mercado clandestino de eletrônicos, além de responsabilizar legalmente os envolvidos na cadeia de receptação.

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