A seleção da Argentina inicia sua caminhada na Copa do Mundo de 2026 carregando o peso da tradição e a responsabilidade de defender o título conquistado no Catar. Liderada por Lionel Messi e comandada pelo técnico Lionel Scaloni, a equipe chega ao torneio entre as principais favoritas ao troféu e estreia no Grupo J, ao lado de Argélia, Jordânia e Áustria.
Após encerrar um jejum de 36 anos sem títulos mundiais ao vencer a França na histórica final de 2022, os argentinos mantiveram um alto nível de desempenho no ciclo seguinte. A equipe conquistou as Eliminatórias Sul-Americanas e também levantou a taça da Copa América de 2024, consolidando uma geração considerada uma das mais fortes da história recente do país.
A presença de Messi continua sendo o principal símbolo da equipe. Mesmo em fase mais experiente da carreira, o camisa 10 segue como referência técnica e emocional para um elenco que combina jogadores consagrados e jovens talentos.
Argélia surge como principal adversária do grupo
Entre os concorrentes da chave, a Argélia aparece como a seleção com maiores possibilidades de disputar a liderança do grupo com os argentinos.
As chamadas Raposas do Deserto participam da Copa do Mundo pela quinta vez. A melhor campanha da história da equipe aconteceu em 2014, no Brasil, quando alcançou as oitavas de final e protagonizou um duelo equilibrado contra a Alemanha, futura campeã daquela edição.
Sob o comando do técnico Vladimir Petkovic, a seleção argelina conta com nomes conhecidos do futebol internacional. Entre eles estão o experiente atacante Riyad Mahrez, destaque do Al-Ahli, da Arábia Saudita, e o lateral-esquerdo Rayan Aït-Nouri, que atua no futebol inglês.
Outro nome que desperta curiosidade é o goleiro Luca Zidane, filho do ex-craque francês Zinédine Zidane, um dos maiores jogadores da história do futebol mundial.
Áustria aposta em intensidade e organização
A Áustria chega ao Mundial embalada pelo trabalho do técnico alemão Ralf Rangnick. Conhecido por sua filosofia de jogo baseada em pressão alta, intensidade e rápidas transições ofensivas, o treinador transformou a equipe austríaca em uma seleção competitiva e organizada.
O modelo de jogo implantado por Rangnick tem sido apontado como um dos diferenciais da equipe europeia, que busca avançar às fases eliminatórias e surpreender os adversários mais tradicionais.
Jordânia tenta fazer história
Com menor tradição internacional em comparação aos demais integrantes do grupo, a Jordânia encara a competição como uma oportunidade de ganhar experiência e buscar um feito histórico. A seleção asiática aposta na disciplina tática e no espírito coletivo para competir em igualdade diante de adversários mais experientes.
Favoritismo argentino
Pela qualidade do elenco, pela sequência de conquistas nos últimos anos e pela experiência acumulada em competições internacionais, a Argentina entra como principal candidata à liderança do Grupo J.
A expectativa dos torcedores argentinos é que a equipe consiga repetir o desempenho que levou o país ao tricampeonato mundial em 2022 e mantenha vivo o sonho de conquistar mais uma estrela na camisa.
A caminhada começa cercada de expectativas, com Messi novamente no centro das atenções e a missão de liderar a atual campeã do mundo em mais uma tentativa de alcançar o topo do futebol mundial.
**Informações via Agência Brasil




