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Suspeito de matar ex-jogador da Seleção segue foragido

Everton "Boi", ex-jogador da seleção brasileira, foi baleado dentro de um carro e pode ter sido sequestrado antes do crime; ex-companheiro de mulher envolvida é o principal suspeito.

🕒 Publicado em 11/07/2025 às 16:39

A Polícia Civil de Mato Grosso está à procura de Idirlei Alves Pacheco, de 40 anos, suspeito de assassinar o ex-jogador da Seleção Brasileira de Vôlei, Everton Pereira Fagundes da Conceição, de 46 anos — conhecido como “Boi”. O crime ocorreu na tarde de quinta-feira (10), no bairro República do Líbano, em Cuiabá.

Segundo o delegado Rogério Gomes, responsável pelo caso, Idirlei está foragido e é apontado como o autor dos disparos que tiraram a vida do ex-atleta, que colecionava títulos internacionais pelas categorias de base da seleção.

De acordo com informações preliminares da Polícia Civil, Everton estava dentro de um veículo com o suspeito no momento em que foi baleado. A principal linha de investigação é que o jogador foi feito refém e alvejado com três tiros dentro do carro.

Após os disparos, Everton perdeu o controle da direção e colidiu com outro veículo. O suspeito fugiu do local imediatamente e não foi mais localizado.

O boletim de ocorrência da Polícia Militar relata que uma mulher — ex-esposa de Idirlei — procurou as autoridades pouco antes do crime para informar que seu ex-marido havia sequestrado Everton, utilizando o mesmo carro onde a vítima foi encontrada sem vida. A possível motivação passional está sendo investigada pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Quem foi Everton “Boi”

Natural de Várzea Grande (MT), Everton foi um nome de destaque no cenário esportivo nacional. Atuando como oposto, ele integrou a seleção brasileira nas categorias de base e foi campeão mundial infanto-juvenil, campeão sul-americano juvenil e vencedor da Liga Nacional, entre outros títulos relevantes.

A morte de Everton gerou grande comoção entre ex-companheiros de equipe, técnicos e fãs do esporte. O caso segue sendo investigado, e a polícia pede que qualquer informação sobre o paradeiro de Idirlei seja imediatamente repassada aos canais oficiais de denúncia.

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