Apesar das obras de reestruturação em andamento, a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), revelou a intenção de desativar o atual prédio do pronto-socorro municipal, considerado por ela inadequado para as demandas da saúde pública. O imóvel, segundo a gestora, é antigo e as reformas são apenas paliativas.
As intervenções em curso receberam um investimento de R$ 11,7 milhões, repassados pelo governo estadual, e estão concentradas nos setores mais críticos da unidade, como a sala vermelha, sala amarela e a UTI, que sofreram com alagamentos e danos estruturais durante o período chuvoso.
“Eu quero fechar o Pronto-Socorro de Várzea Grande porque é um prédio antigo. Tudo o que fazemos ali é provisório. A saúde evolui e precisa de espaços modernos”, explicou Flávia.
A prefeita revelou ainda que a administração já está prestes a licitar uma nova maternidade, e o plano é que o novo hospital seja construído ao lado dessa unidade, formando um complexo mais moderno e eficiente.
“Até o fim de dois anos, teremos a nova maternidade. Mas tudo o que eu fizer no atual prédio do pronto-socorro é paliativo. Não resolve a base do problema da infraestrutura hospitalar”, completou.
Durante entrevista, Flávia também comentou sobre a Santa Casa de Misericórdia, que atualmente está sob gestão estadual. Ela afirmou que aguarda uma definição conjunta com o governador Mauro Mendes e o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), sobre o futuro da unidade, que é referência para a Baixada Cuiabana e também atende pacientes do interior.
“Confio que o Abilio e o governador Mauro Mendes vão tomar uma decisão acertada para a Santa Casa. Eles vão se entender”, finalizou.




