Cuiabá reduz casos de dengue e chikungunya nos primeiros meses de 2026

Dados epidemiológicos apontam queda expressiva nas arboviroses e reforçam impacto das ações preventivas

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Crédito: Emanoele Daiane | Prefeitura de Cuiabá
🕒 Publicado em 19/02/2026 às 07:56

A Prefeitura de Cuiabá mantém ritmo intensificado no enfrentamento às doenças transmitidas pelo Aedes aegypti e já colhe resultados positivos em 2026. De acordo com o boletim epidemiológico mais recente, houve redução significativa nos casos de dengue, chikungunya e zika nas primeiras semanas do ano.

Entre as semanas epidemiológicas 01 e 05, foram contabilizados 121 casos notificados de dengue, com 65 confirmações. No mesmo período, a chikungunya somou 29 notificações, sendo 27 confirmadas. Já a zika teve apenas um registro suspeito, sem confirmação laboratorial. A incidência geral é considerada baixa pelas autoridades de saúde.

Queda acentuada em comparação com 2025

Na quinta semana epidemiológica, os números mostram avanço ainda mais expressivo quando comparados ao mesmo período do ano passado. Foram 12 registros de dengue, representando redução de 88,2%, e oito casos de chikungunya, com queda de 99,1%.

Atualmente, há um óbito por dengue em investigação, sob análise técnica do comitê responsável.

A diminuição dos casos é atribuída ao trabalho contínuo das equipes de Zoonoses e Vigilância em Saúde. No período analisado, foram vistoriados mais de 103 mil imóveis, com milhares de depósitos tratados e eliminados, reduzindo potenciais criadouros do mosquito transmissor.

Prevenção continua sendo prioridade

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que o controle depende da participação da população. Entre as principais recomendações estão a eliminação de recipientes que acumulam água, manutenção adequada de caixas d’água e limpeza de quintais.

O município também disponibiliza a vacina Qdenga para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, aplicada em duas doses.

Em caso de sintomas como febre alta, dores no corpo ou manchas na pele, a orientação é procurar atendimento médico e evitar a automedicação. Informações e notificações podem ser feitas junto ao Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS).

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