O Partido Social Democrático (PSD) de Mato Grosso, comandado pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, está articulando sua volta à Câmara Federal com força total. Após não eleger nenhum deputado federal nas últimas eleições, o partido agora traça como meta conquistar ao menos quatro das oito vagas destinadas ao estado em Brasília.
A construção da chapa está em andamento, com sete nomes já praticamente definidos entre os 11 que devem disputar em 2026. A expectativa da legenda é lançar uma nominata competitiva, mesclando figuras públicas conhecidas e novas apostas políticas.
Entre os nomes já considerados certos estão:
- Valtenir Pereira, assessor especial da Presidência da República;
- Maninho de Barros, ex-vereador por Várzea Grande;
- Irajá Lacerda, atual vice-ministro da Agricultura;
- Procurador Mauro, servidor da Fazenda Nacional e cantor;
- Wellington Bezerra, ex-secretário de Saúde de Tangará da Serra;
- Siverino Souza dos Santos, vice-prefeito de Barra do Garças;
- Flavinha, suplente de deputada federal, recém saída do MDB.
Outros três nomes seguem em negociação, sendo considerados “flertes” com lideranças que atualmente estão em outros partidos, mas que podem migrar para o PSD até março do próximo ano, prazo final da janela partidária.
Chapa estadual e cenários majoritários
Além da disputa federal, o PSD trabalha com pelo menos dois nomes para a Assembleia Legislativa de MT: Rafaela Fávaro, que foi candidata a vice-prefeita de Cuiabá, e o deputado estadual Wilson Santos. O ex-deputado Gilmar Fabris também é cotado para retornar à política estadual pela sigla.
No campo das majoritárias, o próprio Carlos Fávaro deverá buscar a reeleição ao Senado com apoio da federação de esquerda (PT, PC do B e PV). Outra aposta da sigla é o nome da médica Natasha Slhessarenko, que articula uma possível candidatura ao governo do estado.
O PSD acredita que, com uma estratégia bem definida e o fortalecimento de alianças, pode voltar a ocupar espaços relevantes na política de Mato Grosso em 2026.




